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segunda-feira, 21 de julho de 2014
A Ratoeira
segunda-feira, 7 de julho de 2014
O escritor Rui Barbosa (1849 – 1923) afirmou: “família é a célula mater da sociedade”. A família é de fato a primeira sociedade da qual se faz parte. Nela vivemos a maior parte da nossa existência. Sendo a única que possui laços indissolvíveis, tornando-se assim a mais importante. Diante disso, destruída a família, a sociedade se desfará automaticamente.
Os sinais de declínio da família são abundantes e evidentes à nossa volta, os sinais do colapso são: divórcio, revolução sexual, aborto, esterilização, delinqüência, infidelidade, homossexualidade, feminismo radical, o movimento dos direitos das crianças, ao lado da banalização dos lares de pais solteiros; e outros sinais semelhantes.
A família parece estar à deriva, sem referência, impotente e desprotegida diante dos embates do consumismo, bombardeada pelos meios de comunicação e incapaz de dar uma resposta a esses ataques. Para alguns, a família é um conceito conservador, só defendido pelos retrógrados.
A família tem sido o alvo tanto de Deus para edificar, como também do inimigo para destruí-la.
O teólogo Jaime Kemp, quando da publicação da Bíblia da Família, afirmou que: “A família, por sua vez, é ‘a menina dos olhos’ do Senhor. Ele dispensa especial carinho e atenção a essa instituição, idealizada para proporcionar ao homem e à mulher amor incondicional, suprir as necessidades físicas e emocionais de cada um de seus membros, suavizar a solidão e fornecer refúgio seguro e certo contra as pressões e as turbulências do mundo. Para Deus, a família é um treinamento para a vida.”. Com esta definição, estamos convictos de que a família é bênção de Deus, pois Ele a instituiu para o bem do seu povo e para a sua própria glória. Portanto, a família é constituída por relações de amor! Diferente de qualquer outro gênero de grupamento humano (partido político, associação etc.). Na origem de tudo, há um amor conjugal que chama a vida a participar desse amor.
A família vem de uma opção. De fato, ela existirá a partir do momento em que um homem e uma mulher decidirem viver juntos, criar um mundo novo, um mundo diferente: uma família. Nesse mundo novo e distinto, nascerão os filhos, que se incorporarão ao projeto de vida idealizado por seus pais. É na família que os filhos desenvolverão sua personalidade. Nela crescerão, encontrarão o sentido de sua existência e amadurecerão na segurança, até que um dia também eles partirão para realizar seu próprio projeto.
Ao definirmos a família como uma instituição, como a célula mãe da sociedade, quando a analisamos ou defendemos os seus direitos, queremos nos referir a uma realidade bem definida, que está aí presente, no dia-a-dia, que desempenha um papel concreto na vida das pessoas e da sociedade.
Entretanto, quando adentramos no interior desta ou daquela família, deixando de lado as teorias e descendo ao palco da própria vida, observamos que a família é uma realidade dinâmica, em evolução permanente, nunca a mesma. Percebemos que cada família é um mundo à parte, com propostas e jeitos próprios e que não se repetem.
É neste contexto que os planos de Deus tomam forma e são dados ao homem e à mulher em forma de semente. Deus nos criou à sua imagem, criou-nos no amor para o amor. Criou-nos para que levássemos a semente à plenitude. Deus, aquele que nos criou, pôs em nossas mãos a criação. Isso é maravilhoso, mas quanta responsabilidade isso pede daqueles e daquelas que Deus chamou a multiplicar as suas pequenas famílias nesta terra onde o mal, muitas das vezes, parece prevalecer sobre o bem.
Estamos em um tempo em que a inversão de valores, infelizmente tem sido uma constante em nossas vidas, mudando o sentido ético e moral do ser. Levando-o a esquecer os ensinamentos e as verdades cristocêntricas, induzindo-o a banalização do pecado, onde a ordem e a decência assumem valores antagônicos a visão divina. Formando uma visão degenerada de modernização e a incutindo em si.
Para finalizar, sabemos que a família é o centro do equilíbrio em Deus. Portanto, ame a sua família e orienta-os no caminho do Senhor, lembrando, que nenhuma família será completa, enquanto Cristo não for membro dela, e acredite naquele que prometeu: “Eu estarei sempre convosco...” (Mt 28:20).
"Todas as famílias felizes são semelhantes; mas cada família infeliz o é a seu próprio modo". Leon Touistol.
Fontes consultadas:
http://www.pimenet.org.br/missaojovem/mjeducser.htmA família parece estar à deriva, sem referência, impotente e desprotegida diante dos embates do consumismo, bombardeada pelos meios de comunicação e incapaz de dar uma resposta a esses ataques. Para alguns, a família é um conceito conservador, só defendido pelos retrógrados.
A família tem sido o alvo tanto de Deus para edificar, como também do inimigo para destruí-la.
O teólogo Jaime Kemp, quando da publicação da Bíblia da Família, afirmou que: “A família, por sua vez, é ‘a menina dos olhos’ do Senhor. Ele dispensa especial carinho e atenção a essa instituição, idealizada para proporcionar ao homem e à mulher amor incondicional, suprir as necessidades físicas e emocionais de cada um de seus membros, suavizar a solidão e fornecer refúgio seguro e certo contra as pressões e as turbulências do mundo. Para Deus, a família é um treinamento para a vida.”. Com esta definição, estamos convictos de que a família é bênção de Deus, pois Ele a instituiu para o bem do seu povo e para a sua própria glória. Portanto, a família é constituída por relações de amor! Diferente de qualquer outro gênero de grupamento humano (partido político, associação etc.). Na origem de tudo, há um amor conjugal que chama a vida a participar desse amor.
A família vem de uma opção. De fato, ela existirá a partir do momento em que um homem e uma mulher decidirem viver juntos, criar um mundo novo, um mundo diferente: uma família. Nesse mundo novo e distinto, nascerão os filhos, que se incorporarão ao projeto de vida idealizado por seus pais. É na família que os filhos desenvolverão sua personalidade. Nela crescerão, encontrarão o sentido de sua existência e amadurecerão na segurança, até que um dia também eles partirão para realizar seu próprio projeto.
Ao definirmos a família como uma instituição, como a célula mãe da sociedade, quando a analisamos ou defendemos os seus direitos, queremos nos referir a uma realidade bem definida, que está aí presente, no dia-a-dia, que desempenha um papel concreto na vida das pessoas e da sociedade.
Entretanto, quando adentramos no interior desta ou daquela família, deixando de lado as teorias e descendo ao palco da própria vida, observamos que a família é uma realidade dinâmica, em evolução permanente, nunca a mesma. Percebemos que cada família é um mundo à parte, com propostas e jeitos próprios e que não se repetem.
É neste contexto que os planos de Deus tomam forma e são dados ao homem e à mulher em forma de semente. Deus nos criou à sua imagem, criou-nos no amor para o amor. Criou-nos para que levássemos a semente à plenitude. Deus, aquele que nos criou, pôs em nossas mãos a criação. Isso é maravilhoso, mas quanta responsabilidade isso pede daqueles e daquelas que Deus chamou a multiplicar as suas pequenas famílias nesta terra onde o mal, muitas das vezes, parece prevalecer sobre o bem.
Estamos em um tempo em que a inversão de valores, infelizmente tem sido uma constante em nossas vidas, mudando o sentido ético e moral do ser. Levando-o a esquecer os ensinamentos e as verdades cristocêntricas, induzindo-o a banalização do pecado, onde a ordem e a decência assumem valores antagônicos a visão divina. Formando uma visão degenerada de modernização e a incutindo em si.
Para finalizar, sabemos que a família é o centro do equilíbrio em Deus. Portanto, ame a sua família e orienta-os no caminho do Senhor, lembrando, que nenhuma família será completa, enquanto Cristo não for membro dela, e acredite naquele que prometeu: “Eu estarei sempre convosco...” (Mt 28:20).
"Todas as famílias felizes são semelhantes; mas cada família infeliz o é a seu próprio modo". Leon Touistol.
Fontes consultadas:
http://www.mackenzie.com.br/dhtm/capelania/mensagem2.php?codigo=200
http://www.mundodosfilosofos.com.br/vanderlei4.htm
Acesse a postagem original em: http://teologiadacidade.blogspot.com/2011/01/familia-celula-mater.html#ixzz36omVtEpe
Transformado para Transformar
Quando entregamos verdadeiramente a nossa vida a Deus, e nos livramos de tudo que não o agrada nos transformamos em uma nova criatura (2 Coríntios 5:17), assim o Espírito Santo de Deus passa a habitar em nós, porque somos templo do Espírito de Deus.
No capítulo 12 do livro de Gênesis o Senhor fala com Abrão, dizendo:
“Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.“
No capítulo 12 do livro de Gênesis o Senhor fala com Abrão, dizendo:
“Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.“
O que o Senhor nos quer dizer com estas palavras?
Ele não quer que você fuja da casa dos seus pais, nem tão menos que você suma no mundo. Na realidade ele nos faz um chamado, ele nos convida a sair para levar a sua palavra, ou seja, pregar a sua palavra para todos aqueles que se encontram pelo mundo, muitas almas estão morrendo sem conhecer Deus o que é algo extremamente triste, é o nosso dever levar a palavra de Deus para todas as nações, devemos evangelizar nossos amigos, nossa família, vizinhos, jovens e adultos que ainda não conhecem Deus. Somos a geração eleita por Deus para levar a sua palavra a todas as nações e anunciar as grandezas daquele que nos chamou das trevas para a maravilhosa luz (1 Pedro 2:9). Não dá mais tempo de brincar de ser “crente”, a hora de fazer a vontade de Deus é agora, não dá mais para esperar o amanhã nosso tempo é curto, talvez amanhã seja muito tarde.
Fonte Matheus Santana
sábado, 5 de julho de 2014
O vinculo matrimonial: O que as Escrituras dizem sobre divorcio e novo casamento
É importante reconhecer que
"casados" significa uma posição assumida em um determinado momento, e
de uma forma que é reconhecida como tal pelas "potestades" ou
"autoridades superiores" (Rm 13:1). Quando um homem e uma mulher se
unem eles se tornam "uma só carne" (1 Co 6:16), mas isto por si só
não é o matrimônio no sentido bíblico (Jo 4:18). O matrimônio é algo legal, um
evento que possui algum tipo de reconhecimento público como vemos em João 2:1.
A relação matrimonial é a consumação do matrimônio. Trata-se de fornicação um
homem e uma mulher terem uma relação fora do matrimônio (Gn 34:1-31; 1 Co
6:15-18). Até mesmo a esposa de Caim já era sua esposa quando ele teve uma
relação com ela (Gn 4:17).
Se uma pessoa casada comete adultério, ela se torna "uma só carne" com outra pessoa (1 Co 6:16), mas isto por si só não rompe o vínculo matrimonial. Trata-se de um pecado muito sério aos olhos de Deus, exigindo uma ação da assembléia (Gn 39:9; Pv 6:32, 33; 1 Co 5:11-13). É também um pecado muito grave contra o cônjuge, pois rompe o vínculo entre marido e mulher. Além disso, atrai a solene ação governamental de Deus (2 Sm 12:10), mas legalmente o matrimônio permanece, a menos que seja rompido diante das "autoridades superiores".
Portanto, a questão que queremos considerar neste artigo é esta: Será que as Escrituras permitem que o matrimônio seja rompido diante das "autoridades superiores", e sobre qual fundamento? Será que Deus, caso o matrimônio seja rompido de uma forma bíblica, permite um novo casamento? Se considerarmos em oração as passagens das Escrituras a seguir conheceremos o pensamento de Deus a respeito destas questões, mas cada caso deve ser considerado em particular, e também diante do Senhor, o único que pode dar a sabedoria necessária para isso. É o que podemos chamar de "discernimento sacerdotal" (Lv 13:5, 6), pois "o Senhor é o Deus de conhecimento, e por ele são as obras pesadas na balança" (1 Sm 2:3).
Talvez exista mais um ponto que deveria ser mencionado aqui. Trata-se da questão da pessoa ser salva ou não por ocasião de seu divórcio e novo casamento. Se ele ou ela professa ter a salvação nessa ocasião, então tal pessoa deve ser vista como estando sob a responsabilidade da "casa de Deus" 1 Pd 4:17.
Não é nosso desejo apresentar algum ensino novo sobre o assunto, mas já que temos sido pressionados com frequência pelo triste fracasso da instituição do matrimônio, é preciso reunir o que já foi ensinado pelos homens de Deus do passado, aqueles que tremiam diante da Sua Palavra. Recomendamos estas observações às consciências dos santos de Deus, esperando que estejamos "unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer" 1 Co 1:10.
O Vínculo Matrimonial -- e... divórcio e novo casamento
Quando falamos do vínculo matrimonial hesitamos em introduzir a ideia de divórcio e novo casamento, pois é muito melhor falarmos do plano de Deus para um casamento feliz. Mais que isso, é motivo de encorajamento sabermos que existem casamentos assim, para os quais a própria palavra "divórcio" soa mal e causa repulsa. E certamente lemos na Palavra de Deus: "eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel" Ml 2:16. Podemos dizer logo de início que a Palavra de Deus nunca fala de alguém como estando "livre" para se divorciar ou "livre" para se casar novamente. Deus "permitiu" essas coisas em certas circunstâncias, mas elas jamais deveriam ser encaradas com leviandade.
Sob a Lei, e "pela dureza de seus corações", isto é, por ter sido a Lei endereçada a Israel como uma nação na qual muitos viviam sem fé (Hb 4:2), Deus permitiu o divórcio por diferentes motivos (veja Dt 24:1, 2). Agora, no cristianismo, todo crente possui uma nova vida, e, portanto, o padrão é muito mais elevado, como iremos ver das várias passagens que serão consideradas a seguir. Seria melhor primeiro falar do verdadeiro sentido do matrimônio, pois quando temos isto diante de nós, passamos a olhar para o matrimônio como algo estabelecido por Deus, e não segundo as várias opiniões humanas.
O matrimônio foi instituído por Deus antes que o pecado entrasse no mundo, e é por isso que, quando os fariseus perguntaram ao Senhor sobre o divórcio e o novo casamento em Mateus 19, Ele os levou a olhar novamente para o plano original de Deus, quando Ele formou Eva para Adão. Este é um princípio do modo de agir de Deus, e Ele estabelece um padrão diante de nós -- a Sua vontade -- e apesar de Ele ter feito provisão para a fraqueza do homem (sem, contudo, desconsiderá-la), Deus irá julgar tudo de acordo com o Seu padrão original. Então, por que seria esse plano original do matrimônio tão importante? Por ser uma figura de um plano concebido no coração de Deus muito tempo antes, pois aprendemos que foi o eterno propósito de Deus (Ef 3:11) que Cristo tivesse uma noiva, e o matrimônio é a figura disso (Ef 5:22-33). O matrimônio é também usado como figura do relacionamento de Jeová com Seu povo terreno, Israel (Is 54:5).
Quando vemos isto nas Escrituras, uma nova luz é derramada sobre o assunto do matrimônio, conforme nos mostra Efésios 5, e o assunto do divórcio passa a ser mais humilhante. Acaso Jeová mudaria a promessa que fez a Israel? Não iria ele, em um dia vindouro, apesar de toda a infidelidade de Israel, regozijar-Se nesse povo como o noivo se regozija diante de sua noiva? (is 62:5). Porventura Cristo não apresentará, no futuro, Sua noiva a Si mesmo "sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante", apesar de toda a sua infidelidade? Pensamentos como estes nos humilham, mas certamente agregam ao matrimônio um caráter que não enxergaríamos ou consideraríamos se tão somente o olhássemos do ponto de vista humano.
Para podermos ter um matrimônio feliz precisamos pensar no amor de Cristo por Sua igreja. Que tipo de igreja será que Ele ama? Certamente com frequência temos falhado em corresponder ao Seu amor, mas o Seu amor sempre permaneceu o mesmo. O que Ele fez por Sua igreja? Entregou-Se por ela. Nenhum sacrifício seria grande demais para Ele nos conquistar para Si, e para nos ter consigo como Sua companhia eterna na glória. Não há dúvidas de que se nos lembrarmos desse amor e de Seu sacrifício, muitas dificuldades no casamento seriam superadas, e o amor de um para com o outro seria aprofundado ao invés de enfraquecido. Nossa tendência é procurarmos por amor, ao invés de demonstrá-lo; esperarmos que nosso cônjuge faça sacrifícios, ao invés de nós mesmos tomarmos essa iniciativa.
Além disso, há também o perdão, o qual Cristo nos mostrou nos momentos em que fracassamos. Aquele que levou sobre o Seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro vive agora por nós, como nosso Sumo Sacerdote, para nos ajudar em nossas fraquezas, e como nosso Advogado, para nos restaurar quando falhamos. Será que estamos prontos para perdoar um ao outro ao invés de pensar em romper um matrimônio? É este padrão tão perfeito para o relacionamento matrimonial que encontramos na Palavra de Deus, e acima de tudo dispomos do poder do Espírito Santo para colocar em prática em nossa vida tudo aquilo que apraz nosso Senhor e Salvador. Se alguém que ler estas linhas estiver passando por problemas no matrimônio, insisto que considere estas coisas diante do Senhor, e se elas parecerem muito difíceis tenha em mente o que dizem as Escrituras: "Ele dá maior graça" Tg 4:6.
"Pois é de Suas infinitas riquezas em Jesus,
Que Ele nos provê, sempre e sem cessar".
Há uma coisa mais que deve ser considerada, por mais impopular que seja em nossos dias, e trata-se do lugar que homem e mulher ocupam na criação de Deus e no matrimônio. Deus colocou o homem como cabeça da mulher e pede a ela que se sujeite a ele, assim como Cristo é Cabeça da igreja e o lugar da igreja é em submissão a Cristo (Ef 5:22-24). Isto não quer dizer que o homem tenha assumido o lugar de cabeça, mas que ele foi colocado nesse lugar por Deus. O homem poderá falhar, e tem falhado, em ocupar o seu lugar, deixando de fazê-lo com sabedoria e amor, mas ainda assim é o lugar que cabe a ele. Uma esposa sábia irá procurar ajudar seu marido a ocupar sua posição, e não tentará tomar para si mesma esse lugar. A esposa pode falhar em ocupar o lugar que lhe pertence como auxiliadora de seu marido, mas um marido sábio irá ganhar o respeito de sua esposa a fim de fazer com que fique mais fácil para ela se submeter. Todas essas coisas são como o óleo nas engrenagens de uma máquina, o qual faz tudo funcionar mais facilmente. Às vezes também precisamos acrescentar mais óleo! Seu nível tende a cair com a fricção, e a fricção aumenta caso não seja acrescentado óleo! O óleo, sem dúvida alguma, é o amor, que é feito eficaz por meio do Espírito Santo.
fonte: O Vinculo Matrimonial/ Gordon H. Hayhoe
Se uma pessoa casada comete adultério, ela se torna "uma só carne" com outra pessoa (1 Co 6:16), mas isto por si só não rompe o vínculo matrimonial. Trata-se de um pecado muito sério aos olhos de Deus, exigindo uma ação da assembléia (Gn 39:9; Pv 6:32, 33; 1 Co 5:11-13). É também um pecado muito grave contra o cônjuge, pois rompe o vínculo entre marido e mulher. Além disso, atrai a solene ação governamental de Deus (2 Sm 12:10), mas legalmente o matrimônio permanece, a menos que seja rompido diante das "autoridades superiores".
Portanto, a questão que queremos considerar neste artigo é esta: Será que as Escrituras permitem que o matrimônio seja rompido diante das "autoridades superiores", e sobre qual fundamento? Será que Deus, caso o matrimônio seja rompido de uma forma bíblica, permite um novo casamento? Se considerarmos em oração as passagens das Escrituras a seguir conheceremos o pensamento de Deus a respeito destas questões, mas cada caso deve ser considerado em particular, e também diante do Senhor, o único que pode dar a sabedoria necessária para isso. É o que podemos chamar de "discernimento sacerdotal" (Lv 13:5, 6), pois "o Senhor é o Deus de conhecimento, e por ele são as obras pesadas na balança" (1 Sm 2:3).
Talvez exista mais um ponto que deveria ser mencionado aqui. Trata-se da questão da pessoa ser salva ou não por ocasião de seu divórcio e novo casamento. Se ele ou ela professa ter a salvação nessa ocasião, então tal pessoa deve ser vista como estando sob a responsabilidade da "casa de Deus" 1 Pd 4:17.
Não é nosso desejo apresentar algum ensino novo sobre o assunto, mas já que temos sido pressionados com frequência pelo triste fracasso da instituição do matrimônio, é preciso reunir o que já foi ensinado pelos homens de Deus do passado, aqueles que tremiam diante da Sua Palavra. Recomendamos estas observações às consciências dos santos de Deus, esperando que estejamos "unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer" 1 Co 1:10.
O Vínculo Matrimonial -- e... divórcio e novo casamento
Quando falamos do vínculo matrimonial hesitamos em introduzir a ideia de divórcio e novo casamento, pois é muito melhor falarmos do plano de Deus para um casamento feliz. Mais que isso, é motivo de encorajamento sabermos que existem casamentos assim, para os quais a própria palavra "divórcio" soa mal e causa repulsa. E certamente lemos na Palavra de Deus: "eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel" Ml 2:16. Podemos dizer logo de início que a Palavra de Deus nunca fala de alguém como estando "livre" para se divorciar ou "livre" para se casar novamente. Deus "permitiu" essas coisas em certas circunstâncias, mas elas jamais deveriam ser encaradas com leviandade.
Sob a Lei, e "pela dureza de seus corações", isto é, por ter sido a Lei endereçada a Israel como uma nação na qual muitos viviam sem fé (Hb 4:2), Deus permitiu o divórcio por diferentes motivos (veja Dt 24:1, 2). Agora, no cristianismo, todo crente possui uma nova vida, e, portanto, o padrão é muito mais elevado, como iremos ver das várias passagens que serão consideradas a seguir. Seria melhor primeiro falar do verdadeiro sentido do matrimônio, pois quando temos isto diante de nós, passamos a olhar para o matrimônio como algo estabelecido por Deus, e não segundo as várias opiniões humanas.
O matrimônio foi instituído por Deus antes que o pecado entrasse no mundo, e é por isso que, quando os fariseus perguntaram ao Senhor sobre o divórcio e o novo casamento em Mateus 19, Ele os levou a olhar novamente para o plano original de Deus, quando Ele formou Eva para Adão. Este é um princípio do modo de agir de Deus, e Ele estabelece um padrão diante de nós -- a Sua vontade -- e apesar de Ele ter feito provisão para a fraqueza do homem (sem, contudo, desconsiderá-la), Deus irá julgar tudo de acordo com o Seu padrão original. Então, por que seria esse plano original do matrimônio tão importante? Por ser uma figura de um plano concebido no coração de Deus muito tempo antes, pois aprendemos que foi o eterno propósito de Deus (Ef 3:11) que Cristo tivesse uma noiva, e o matrimônio é a figura disso (Ef 5:22-33). O matrimônio é também usado como figura do relacionamento de Jeová com Seu povo terreno, Israel (Is 54:5).
Quando vemos isto nas Escrituras, uma nova luz é derramada sobre o assunto do matrimônio, conforme nos mostra Efésios 5, e o assunto do divórcio passa a ser mais humilhante. Acaso Jeová mudaria a promessa que fez a Israel? Não iria ele, em um dia vindouro, apesar de toda a infidelidade de Israel, regozijar-Se nesse povo como o noivo se regozija diante de sua noiva? (is 62:5). Porventura Cristo não apresentará, no futuro, Sua noiva a Si mesmo "sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante", apesar de toda a sua infidelidade? Pensamentos como estes nos humilham, mas certamente agregam ao matrimônio um caráter que não enxergaríamos ou consideraríamos se tão somente o olhássemos do ponto de vista humano.
Para podermos ter um matrimônio feliz precisamos pensar no amor de Cristo por Sua igreja. Que tipo de igreja será que Ele ama? Certamente com frequência temos falhado em corresponder ao Seu amor, mas o Seu amor sempre permaneceu o mesmo. O que Ele fez por Sua igreja? Entregou-Se por ela. Nenhum sacrifício seria grande demais para Ele nos conquistar para Si, e para nos ter consigo como Sua companhia eterna na glória. Não há dúvidas de que se nos lembrarmos desse amor e de Seu sacrifício, muitas dificuldades no casamento seriam superadas, e o amor de um para com o outro seria aprofundado ao invés de enfraquecido. Nossa tendência é procurarmos por amor, ao invés de demonstrá-lo; esperarmos que nosso cônjuge faça sacrifícios, ao invés de nós mesmos tomarmos essa iniciativa.
Além disso, há também o perdão, o qual Cristo nos mostrou nos momentos em que fracassamos. Aquele que levou sobre o Seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro vive agora por nós, como nosso Sumo Sacerdote, para nos ajudar em nossas fraquezas, e como nosso Advogado, para nos restaurar quando falhamos. Será que estamos prontos para perdoar um ao outro ao invés de pensar em romper um matrimônio? É este padrão tão perfeito para o relacionamento matrimonial que encontramos na Palavra de Deus, e acima de tudo dispomos do poder do Espírito Santo para colocar em prática em nossa vida tudo aquilo que apraz nosso Senhor e Salvador. Se alguém que ler estas linhas estiver passando por problemas no matrimônio, insisto que considere estas coisas diante do Senhor, e se elas parecerem muito difíceis tenha em mente o que dizem as Escrituras: "Ele dá maior graça" Tg 4:6.
"Pois é de Suas infinitas riquezas em Jesus,
Que Ele nos provê, sempre e sem cessar".
Há uma coisa mais que deve ser considerada, por mais impopular que seja em nossos dias, e trata-se do lugar que homem e mulher ocupam na criação de Deus e no matrimônio. Deus colocou o homem como cabeça da mulher e pede a ela que se sujeite a ele, assim como Cristo é Cabeça da igreja e o lugar da igreja é em submissão a Cristo (Ef 5:22-24). Isto não quer dizer que o homem tenha assumido o lugar de cabeça, mas que ele foi colocado nesse lugar por Deus. O homem poderá falhar, e tem falhado, em ocupar o seu lugar, deixando de fazê-lo com sabedoria e amor, mas ainda assim é o lugar que cabe a ele. Uma esposa sábia irá procurar ajudar seu marido a ocupar sua posição, e não tentará tomar para si mesma esse lugar. A esposa pode falhar em ocupar o lugar que lhe pertence como auxiliadora de seu marido, mas um marido sábio irá ganhar o respeito de sua esposa a fim de fazer com que fique mais fácil para ela se submeter. Todas essas coisas são como o óleo nas engrenagens de uma máquina, o qual faz tudo funcionar mais facilmente. Às vezes também precisamos acrescentar mais óleo! Seu nível tende a cair com a fricção, e a fricção aumenta caso não seja acrescentado óleo! O óleo, sem dúvida alguma, é o amor, que é feito eficaz por meio do Espírito Santo.
fonte: O Vinculo Matrimonial/ Gordon H. Hayhoe
Provérbios 23:7 nos fala;
“Porque como imagina sua alma, assim é;
“Porque como imagina sua alma, assim é;
Hoje eu quero te fazer uma pergunta:
Quem você pensa que é?
Quando eu te faço essa pergunta, eu quero que você reflita a respeito de si mesmo. Porque eu sei que aquilo que você pensa de si, influência diretamente nas suas vontades, nos seus sonhos, suas perspectivas, expectativa, as suas ações e principalmente as suas reações.
Eu sei, te dizer aja como Cristo, parece um desafio! Mas reagir como Ele é um desafio muito maior.
Normalmente conseguimos planejar para agir, mas para reagir, não! Agimos como gostaríamos de ser, mas reagimos como de fato somos.
Quem você pensa que é?
Quando eu te faço essa pergunta, eu quero que você reflita a respeito de si mesmo. Porque eu sei que aquilo que você pensa de si, influência diretamente nas suas vontades, nos seus sonhos, suas perspectivas, expectativa, as suas ações e principalmente as suas reações.
Eu sei, te dizer aja como Cristo, parece um desafio! Mas reagir como Ele é um desafio muito maior.
Normalmente conseguimos planejar para agir, mas para reagir, não! Agimos como gostaríamos de ser, mas reagimos como de fato somos.
E hoje a minha oração é:
" Senhor faça com que os meus pensamentos sejam mais altos, como os seus pensamentos são a meu respeito, para que as minha reações sejam como as suas."
Deus quando te olha, Ele não vê o que a vida te tornou, quando Ele te olha, Ele sabe exatamente quem você é porque Ele te formou, Ele te conhece desde o ventre de sua mãe. Nada do que te fazem pode alterar a tua identidade celestial, Cristo sabia disso!
Por isso eu imagino que Ele pensava:
Eu posso andar mais uma milha, Eu sou o amor e nada pode mudar isso!
Eu posso orar pelos que me perseguem, Eu sou o amor e nada pode mudar isso!
Eu posso abençoar os que me amaldiçoam, Eu sou o amor e nada pode mudar isso!
Hoje eu quero abençoar o seu dia, eu quero abençoar aquilo que você pensa a respeito de si mesma e eu quero pedir a Deus que te ajude, assim como a mim, para que nossas reações sejam como as Dele.
DEUS ABENÇOE O SEU DIA.
fonte face Pra Keli.
sexta-feira, 4 de julho de 2014
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